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Os implantes dentários têm uma vida útil média de 15 a 25 anos. No entanto, esse tempo pode variar com base em vários fatores.

Na maioria dos casos, o implante é permanente, uma vez que o titânio (material do implante) se funde com o osso da maxila / mandíbula em um processo chamado osseointegração e dura enquanto o osso estiver lá, geralmente durante o resto da vida do paciente, assumindo que há manutenção da prótese e que o paciente faça exames e profilaxia odontológica periódicos, no mínimo duas vezes por ano.


O fator mais importante na longevidade esperada de um implante dentário é a higiene bucal, se a higiene for inadequada, as bactérias se acumulam na superfície do implante e causarão inflamação da gengiva ao redor do implante. Se não for tratada, a inflamação/infecção pode progredir para uma condição mais perigosa chamada periimplantite, na qual há inflamação e perda óssea ao redor do implante. Finalmente, o implante perde sua ancoragem no osso e fica solto.


A vida útil dos implantes dentários também pode ser afetada por condições de saúde, como diabetes ou câncer, ou por hábitos como fumar, fatores esses que elevam muito a probabilidade de falha do um implante, reduzindo consideravelmente sua expectativa funcional.


De qualquer forma, os cuidados com os implantes dentários são semelhantes àqueles com os dentes naturais e incluem escovação e uso do fio dental regularmente, e também o cuidado ao evitar alimentos duros, pois da mesma maneira que você pode quebrar um dente, um componente do implante ou a prótese que ele sustentam também podem quebrar.

As coroas dentárias, por outro lado, têm uma vida útil mais curta que um implante, com uma duração aproximada de 10 a 15 anos antes que o desgaste normal do material possa fazer com que o dente exija sua substituição, embora uma excelente higiene bucal possa prolongar a vida útil da coroa dentária para além de 15 anos.


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